sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Movimento Comunista: Foro de São Paulo


"Assim como a mosca morta produz mau cheiro e estraga o perfume, também um pouco de insensatez pesa mais que a sabedoria e a honra." (Eclesiastes 10:1).

Não sejamos insensatos. Estamos sendo enganados.

Há um forte movimento político chamado "Foro de São Paulo" buscando instaurar um governo comunista no Brasil. (forodesaopaulo.org).

É um golpe fatal contra a democracia!

Deste movimento, fazem parte desde partidos de esquerda (PT; PSB; PPS; PCB; PCdoB; PDT; Partido Pátria Livre) até movimentos marginais ligados ao narcotráfico.

Por isso, clamo ao Senhor Jesus Cristo por uma mudança de poder nessas eleições. É necessário mudar a direção política do nosso país!


Deus tenha misericórdia do Brasil!




quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Pronunciamento das Igrejas Evangélicas Históricas sobre as eleições gerais do Brasil - 2014

Participo de um grupo abençoado de cristãos ligados ao Direito chamado Juristas de Cristo. E o amigo Ney Maranhão encaminhou para o nosso grupo o seguinte pronunciamento das Igrejas Evangélicas Históricas sobre as próximas eleições, texto que julgo de extrema importância para todos nós:

Pronunciamento das Igrejas Evangélicas Históricas sobre as eleições gerais do Brasil - 2014

Publicado: Terça, 30 Setembro 2014 14:06
As igrejas evangélicas históricas do Brasil, em virtude da realização das eleições gerais em 5 de outubro (1º turno) e em 26 de outubro (2º turno) e considerando o papel de seus membros no exercício pleno da cidadania, bem como o comprometimento dessas igrejas com o Estado democrático de direito e o seu reconhecimento e apoio às instituições democráticas, expressas nos Poderes constituídos da República, vêm junto a seus membros e à sociedade brasileira em geral fazer o seguinte

PRONUNCIAMENTO

  1. Nenhum sistema ideológico de interpretação da realidade social, inclusive em termos políticos, pode ser aceito como infalível ou final nem é capaz de interpretar os conceitos bíblicos da história e do reino de Deus, no entanto, cremos que Deus, Senhor da história, realiza a Sua vontade de várias maneiras, inclusive por meio da ação política;
  2. As eleições são parte do processo de busca permanente de equidade social, de garantia dos direitos fundamentais à pessoa humana, de vivência ética e comunitária, às quais estimulamos o protagonismo de homens e mulheres cristãos, comprometidos com os valores do Evangelho de Cristo;
  3. A democracia é um valor universal, bem como o governo representativo dela decorrente e a sociedade democrática pressupõe pluralidade de ideias e a livre expressão do pensamento político, alternância do poder, em forma republicana de participação popular;
  4. Os chamados mensalões, julgados e ainda não julgados pelo STF, expuseram, na esfera partidária, a dualidade de forças políticas de matizes ideológicas distintas, que se digladiam eleitoralmente, visando o acesso ao poder, mas revelam a fragilidade dos partidos majoritários na elaboração de suas amplas alianças partidárias que, em muitos casos, não são de natureza político-ideológica, mas se constituem em verdadeiro fisiologismo;
  5. O sistema de financiamento de campanhas admitido no Brasil é perverso, indutor e retroalimentador da corrupção e termina por eleger, majoritariamente, verdadeiros representantes do poder econômico e não dos interesses da maioria da população;
  6. O atual sistema político reflete partidos políticos que não têm identidade e realizam alianças que não fidelizam ideais, mas denunciam conveniências e interesses corporativistas. De igual modo, o modelo presidencialista de coalizão compromete a ética e a democracia cujos pressupostos são a fiscalização e a alternância no poder;
  7. Candidatos/as frutos de estratégias de marketing e alianças comprometedoras não são dignos de voto;
  8. Ninguém deve receber voto simplesmente por expressar a fé evangélica, antes, deve-se recordar que “a fé, se não tiver obras, por si só estará morta” (Tg 2.1). Entretanto candidatos e partidos que defendem em seus programas posições que se oponham a valores cristãos tais como justiça e paz; integridade da vida e da criação; preservação da família; honestidade e respeito ao bem público não podem merecer nosso voto.
  9. O processo político não se esgota com as eleições e os valores da cidadania, marcados por gestões públicas transparentes e probas, têm correspondência na vida de integridade cotidiana de cada cidadão e cidadã brasileira, na participação, nas reivindicações e na projeção de ações que visem o bem comum.
  10. Repudiamos o “voto de cabresto”; o chamado “curral eleitoral”, bem como a troca do voto por favores sejam pessoais ou coletivos, exortando seus integrantes a exercerem o direito do voto de maneira consciente e bem fundamentado cientes da delegação de poder que o sufrágio nas urnas confere aos eleitos.

Conclamamos o povo de Deus que se reúne em nossas igrejas à participação na escolha das futuras lideranças: Presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais e, para isso, também o convocamos à oração e à reflexão, que possam nos orientar para que nossas escolhas se traduzam no bem comum de todos os brasileiros e brasileiras.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A hora da mudança!

Temos que orar pelo nosso país e votar corretamente nessas eleições. É necessário ocorrer uma mudança significativa de personagens tanto no Poder Legislativo quanto no Poder Executivo, seja no âmbito estadual, seja no âmbito federal.

A alternância no poder é uma das características de um regime democrático. E realmente precisamos dessa alternância neste momento.

Recebi um e-mail de um membro da Igreja Anglicana que também compartilha da minha preocupação com o futuro do Brasil. Eis um resumo do referido e-mail:

"Nunca fui de participar ativamente de política, tampouco causar polêmica com discussões acerca de bandeiras ou cores partidárias.
Porém, nessa eleição, em particular, quero me manifestar, por entender que a questão não é só de corrupção, a qual existe intrinsecamente no nosso povo em maior ou menor grau.
A questão agora é mais em cima. É espiritual !!!
Existe uma potestade reinando sobre o Governo Federal que, se Deus não tiver misericórdia de nós, nosso país naufragará na escuridão.
Por que estou dizendo isso? Pelo menos por 5 motivos:
1. A Aliança que o Brasil fez com o então Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, um conhecido líder anti-semita. A Bíblia diz que Deus fez uma aliança com Israel postulando que benditos seriam aqueles que o abençoassem e malditos seriam aqueles que o amaldiçoassem.
2. As alianças que o Brasil fez com os presidentes de países que são conhecidos como redutos de traficantes internacionais de drogas (Bolívia e Venezuela), além de Cuba, cujos ditadores são anti-cristãos, tem repercussão espiritual sobre nosso povo. A Bíblia diz que quando os líderes pecam, todo o povo padece.
3. A declaração feita pela diplomacia brasileira a favor do Hamas, facção terrorista e anti-semita, que possui no seu programa de governo a aniquilação do povo judeu.
4. A desconstrução da família através de leis que relativizam o casamento de um homem com uma mulher e trazem novas formas de família que aviltam os princípios e propósitos de Deus para a humanidade.
5. Uma silenciosa perseguição à Igreja pela classe intelectual e midiática sob o manto da sutileza onde não se consegue detectar os fundamentos específicos para uma possível estratégia de defesa."

Em resumo, é chegada a hora de uma mudança. 

Deus tenha misericórdia de nós.

Pr. Nill.



domingo, 14 de setembro de 2014

Crise de Identidade: Igreja ou Partido Político?

Muitas igrejas evangélicas têm feito alianças políticas com candidatos ao cargo de governador e presidente da República. Chegam a permitir até que subam aos púlpitos e façam discursos durante o culto. Algumas denominações evangélicas têm se portado mais como partidos políticos do que como Corpo de Cristo. Isso é um grande erro. 

A Igreja não foi chamada para fazer acordos políticos, mas, para proclamar as Boas Novas de Jesus Cristo!

E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Marcos 16:15

Por favor, não me entendam mal. Não estou dizendo que nós, cristãos, devemos ficar alienados sem qualquer envolvimento com assuntos políticos. Não, de forma alguma! Como indivíduos, como cidadãos, temos o direito e o dever de participar ativamente da política de nosso país, seja elegendo nossos representantes, seja concorrendo aos cargos eletivos.

O que desejo enfatizar é que a Igreja, enquanto instituição, deveria ficar neutra. Seu propósito é anunciar o Reino de Deus e não fazer pactos com o reino deste mundo.

Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo ... João 18:36

Basta olhar para a História. Será que não aprendemos nada com a Idade Média? Já esquecemos o que aconteceu quando a Igreja se envolveu com os monarcas?

Meu pedido: Igreja, seja Igreja!

Em Cristo,

Pr. Nill.