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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Estratégia para enfraquecer a Igreja de Jesus Cristo

Depois de muitos anos servindo ao Senhor, somente agora iniciei a leitura de um dos melhores e mais famosos livros cristãos: "O Contrabandista de Deus", da Editora Betânia.

O livro conta a história do irmão André, um crente holandês que foi tremendamente usado por Deus para promover o Evangelho de Jesus Cristo junto às igrejas perseguidas pelo regime comunista na Rússia e nos países da Europa, durante a década de 50.

E o Senhor colocou em meu coração o desejo de compartilhar com vocês um alerta contido nesse livro. 

Em uma conversa com um pastor que vivia na então Alemanha Oriental, o irmão André ouviu o seguinte relato sobre a estratégia que o Estado Comunista estava empregando contra a Igreja daquele país:
"Não se pode usar táticas de mão forte contra a Igreja, sem que, como resultado, ela se fortaleça mais. Sempre foi dessa forma. Diante da perseguição, o homem olha para a sua fé para ver se vale a pena lutar por ela, e este é um exame em que o cristianismo sempre pode ser aprovado. O perigo real surge quanto o ataque é indireto, e através dele a pessoa é atraída para longe da Igreja, antes que tenha oportunidade de se tornar forte".
Sabe, eu creio que a mesma estratégia tem sido utilizada contra a Igreja brasileira, de certa forma.

Acho que você conseguirá se lembrar de alguns exemplos, se pensar um pouco a respeito.

Por isso, cuidado.

Em Cristo,

Pr. Nill.





domingo, 1 de fevereiro de 2015

Se houver sofrimento, você ainda servirá ao Senhor?

Recentemente escrevi um post no Facebook (https://www.facebook.com/Pr.Nill) sobre o contraste entre os evangélicos não praticantes e os missionários que estão literalmente dando suas vidas por amor ao Senhor.

O post recebeu muitos comentários, alguns bons e pertinentes, outros, nem tanto. Por exemplo, uma pessoa escreveu  mais ou menos assim: "Bem, se eles sabem que vão morrer, por que então viajam para pregar naquele lugar? Afinal, a Bíblia nos ensina a não tentar o Senhor nosso Deus!", citando Mateus 4:7.

Contudo, com o devido respeito, houve um erro de interpretação do autor daquele comentário. Gostaria de comentar algumas lições que Deus trouxe ao meu coração a partir desse equívoco de interpretação. Vamos lá:

Primeira lição: não tire o texto do contexto

Como se sabe, se tirarmos um texto bíblico do seu contexto, ele será um pretexto para qualquer afirmação.

No caso, não tratávamos de exibicionismo espiritual. Não se tratava de se colocar em uma situação de perigo desnecessário apenas para provar que Deus tem poder.

Não, estávamos tratando do chamado missionário e do testemunho cristão. Então, para um comentário pertinente, seria necessário buscar na Bíblia um texto que pudesse trazer uma lição mais direta sobre o assunto. Que tal pensarmos em um texto que traz um relato de um missionário (para mim, o maior missionário que a Igreja já teve dentre os homens) que foi colocado em uma situação extrema, na qual teve que decidir se continuaria a cumprir sua missão ou simplesmente retrocederia para salvar sua vida? Eu me refiro ao texto de Atos 21:10-13:
Depois de passarmos ali vários dias, desceu da Judéia um profeta chamado Ágabo.Vindo ao nosso encontro, tomou o cinto de Paulo e, amarrando as suas próprias mãos e pés, disse: "Assim diz o Espírito Santo: ‘Desta maneira os judeus amarrarão o dono deste cinto em Jerusalém e o entregarão aos gentios’ ".Quando ouvimos isso, nós e o povo dali rogamos a Paulo que não subisse para Jerusalém.Então Paulo respondeu: "Por que vocês estão chorando e partindo o meu coração? Estou pronto não apenas para ser amarrado, mas também para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus".
Atos 21:10-13
Segunda lição: a perseguição faz parte do chamado missionário

Perceba que o profeta Ágabo profetizou que Paulo seria preso se fosse pregar em Jerusalém. E o que Paulo fez? Ele foi mesmo assim.

Paulo tentou ao Senhor? Evidentemente que não.

Ele sabia que a perseguição também faz parte do chamado missionário. Na verdade, não apenas do chamado missionário, mas da própria vida cristã:
E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições.
2 Timóteo 3:12
Logo, não é novidade alguma ser perseguido por amor ao Senhor Jesus. Os missionários sabem disso. Mas, aí vem a terceira lição: como Paulo foi capaz de enfrentar essa situação e não voltar  atrás?

Terceira lição: quando se tem certeza do chamado, não há porque retroceder

Paulo, mesmo ciente do sofrimento e perseguição que o esperava, não retrocedeu. Por quê? Porque tinha plena certeza do seu chamado.

Quando temos certeza de que estamos fazendo exatamente o que Deus deseja, quando sabemos que o Senhor nos direciona para determinado lugar porque é Seu desejo que Seu nome seja glorificado por meio de nossas vidas nas situações que enfrentaremos, acredite, o Espírito de Deus nos fortalecerá e nos dará a coragem necessária para seguirmos em frente. É por isso que os missionários cristãos estão pregando em ambientes tão hostis. 

Mas, atenção! É necessário ter realmente a certeza de estar na direção certa. Em caso de dúvida, pare. Ore. Não saia do lugar enquanto não ouvir a voz do Senhor. Isso vale para qualquer cristão.

Porque, uma vez que Deus confirme o caminho a seguir, espero que eu e você possamos dizer como Paulo:
"Por que vocês estão chorando e partindo o meu coração? Estou pronto não apenas para ser amarrado, mas também para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus".
Atos 21:13
Em Cristo,

Pr. Nill.











quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Mártires Cristãos do Séc. XXI


Enquanto temos no Brasil evangélicos nominais, "crentes não praticantes", pessoas que se dizem cristãs mas que insistem em viver em união estável, em ter relações sexuais sem serem casadas, em usar álcool (e até drogas ilícitas!), em ser corruptas; que dizem ser artistas cristãos mas que cobram verdadeiras fortunas para cantarem nas igrejas e "não se apresentam" em qualquer lugar; membros de igrejas que estão mais preocupados em conquistar cargos nas igrejas locais do que glorificar a Deus com suas vidas; homens e mulheres que dizem ser de Cristo, mas que negam Sua Pessoa com suas atitudes diárias... ainda existem aqueles que estão servindo ao Senhor de fato e de verdade, gastando suas vidas em prol do Reino de Deus, seguindo o Rei dos Reis e sendo fiéis à Sua Pessoa mesmo em face da morte.

Oremos por nossos missionários e pelas famílias daqueles que agora já estão no seio de Abraão.
"e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão" Lucas 16:22
Pr. Nill.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

O Ataque ao Jornal Charlie Hebdo e a Defesa da Fé


Após o terrível ataque terrorista contra o jornal satírico "Charlie Hebdo", na última quarta-feira, o Senhor me trouxe à mente um texto bíblico que demonstra claramente a diferença entre o Deus Verdadeiro e um deus falso.

Em Juízes 6, somos informados que Gideão recebeu uma ordem divina para derrubar um altar de Baal e edificar um altar ao Senhor em seu lugar. material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, ut:

Naquela mesma noite o Senhor lhe disse: "Separe o segundo novilho do rebanho de seu pai, aquele de sete anos de idade. Despedace o altar de Baal, que pertence a seu pai, e corte o poste sagrado que está ao lado do altar.Depois faça um altar para o Senhor, para o seu Deus, no topo desta elevação. Ofereça o segundo novilho em holocausto com a madeira do poste sagrado que você irá cortar".
Juízes 6:25-26
E assim o fez. Gideão derrubou o altar dedicado a Baal e adorou ao Senhor Deus naquele mesmo lugar.

Bem, os adoradores de Baal ficaram revoltados com aquele ato! Como alguém pôde se atrever a derrubar o altar de Baal e construir outro em seu lugar?

Como era de se esperar, descobriram que Gideão havia sido o autor daquela afronta e foram tirar satisfações.
Perguntaram uns aos outros: "Quem fez isso? " Depois de investigar, concluíram: "Foi Gideão, filho de Joás".Os homens da cidade disseram a Joás: "Traga seu filho para fora. Ele deve morrer, pois derrubou o altar de Baal e quebrou o poste sagrado que ficava ao seu lado".
Juízes 6:29-30
Mas, a resposta do pai de Gideão àqueles homens é o que quero destacar agora. Vejam o que ele disse:
Joás, porém, respondeu à multidão hostil que o cercava, "Vocês vão defender a causa de Baal? Estão tentando salvá-lo? Quem lutar por ele será morto pela manhã! Se Baal fosse realmente um deus, poderia defender-se quando derrubaram o seu altar".
Juízes 6:31
Perfeito! Realmente, se Baal fosse deus, ele teria tido poder para defender seu altar do ataque de Gideão, não teria? Claro que teria! E por que não fez nada? Simples: porque Baal não é Deus!!!

Se um deus não consegue se defender sozinho e precisa de terroristas para isso, é porque na verdade ele não é deus. Logo, não merece minha devoção.

Apologia, defesa da fé, não tem qualquer relação com violência. Se alguém quiser saber qual a razão da esperança que tenho em meu coração, tenho o dever de explicar os motivos da minha fé em Jesus Cristo. Mas, se alguém ofender e atacar diretamente a Pessoa do meu Deus...  bem... aí... não deverei me preocupar, porque Ele mesmo defenderá a Sua honra e tratará de forma específica cada um de Seus inimigos. Eu não precisarei fazer nada, porque o meu Deus é o SENHOR!

Entendeu o recado? Espero que sim.

Que a paz do Senhor Jesus Cristo esteja contigo!

Pr. Nill.
O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus é o meu rochedo, em quem me refugio. Ele é o meu escudo e o poder que me salva, a minha torre alta.
Salmos 18:2

Todos os povos da terra são como nada diante dele. Ele age como lhe agrada com os exércitos dos céus e com os habitantes da terra. Ninguém é capaz de resistir à sua mão nem de dizer-lhe: "O que fizeste? "
Daniel 4:35 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A Verdadeira Beleza

Fiquei impressionado com as fotos de Andressa Urach que foram divulgadas nesta semana, fotos que mostram o péssimo resultado do implante de hidrogel realizado em suas pernas  há cinco anos atrás.
(http://f5.folha.uol.com.br/celebridades/2015/01/1570623-imagens-fortes-agencia-divulga-fotos-de-andressa-urach-no-hospital-apos-a-retirada-do-hidrogel.shtml).

É triste constatar como tantas mulheres não medem esforços para atingir um padrão de beleza mundano e às vezes inatingível, esquecendo-se totalmente da verdadeira beleza feminina.

Conforme ensina a Palavra de Deus:
"A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e jóias de ouro ou roupas finas. Pelo contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranquilo, o que é de grande valor para Deus. Pois era assim que também costumavam adornar-se as santas mulheres do passado, que colocavam a sua esperança em Deus". 1 Pedro 3:3-5
Não me interpretem mal, não estou dizendo que as mulheres não devam cuidar de sua beleza física. O que estou afirmando é que não devem se esquecer de que existe algo ainda mais importante, muito mais relevante para suas vidas do que a simples formosura de seus corpos. Refiro-me à beleza de suas almas! Afinal, como lemos em Provérbios 31:30:
"A beleza é enganosa, e a formosura é passageira; mas a mulher que teme ao Senhor será elogiada". Provérbios 31:30
Portanto, espero que todas as mulheres aprendam a ser belas não apenas externamente, mas, também e principalmente, internamente, rendendo suas vidas ao Senhor e Salvador Jesus Cristo e vivendo de acordo com Sua Palavra.

Paz a todos!

Pr. Nill.




quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

De mentira em mentira?


Hoje teremos a posse de nossa Presidente da República e ontem eu li um interessante editorial do jornal "Gazeta do Povo" sobre suas recentes decisões.
Depois de ler seu conteúdo, Deus me trouxe à mente o seguinte provérbio bíblico:
"Os lábios que dizem a verdade permanecem para sempre, mas a língua mentirosa dura apenas um instante". (Provérbios 12:19).
Para sua meditação, transcrevo o mencionado editorial:

De mentira em mentira

Mudança em benefícios trabalhistas é a mais nova atitude do governo que contradiz completamente o que a presidente Dilma Rousseff prometia durante a campanha eleitoral
Publicado em 31/12/2014

“Tem coisas que eu não concordo, como mexer nos direitos do trabalhador e não abro mão nem que a vaca tussa!”, prometeu no Twitter a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, em 12 de outubro. Pois a vaca tossiu, como bem demonstram as novas regras anunciadas pelo governo na segunda-feira. Cinco benefícios trabalhistas foram alterados: abono salarial, seguro-desemprego, pensão por morte, auxílio-doença e seguro-defeso (este último, pago a pescadores durante o período em que ficam impedidos de exercer sua atividade em épocas de reprodução dos peixes). A expectativa do governo é de que as mudanças economizem R$ 18 bilhões por ano aos cofres públicos, que precisam desesperadamente de um alívio, já que o Planalto não consegue administrar seu orçamento, a ponto de ter de chantagear parlamentares (com a liberação de verbas para emendas) para aprovar uma anistia que permitisse ao governo descumprir a meta fiscal de 2014 sem sofrer nenhuma punição por isso.
Não é nossa intenção agora entrar no mérito das medidas anunciadas na segunda-feira, embora seja preciso dizer que elas deixam escancarada a intenção do governo de fazer caixa à custa dos trabalhadores e das empresas, em vez de realizar o mais que necessário corte de gastos no custeio da inchada máquina pública. O que é preciso ressaltar hoje é essa nova demonstração de incoerência – para não dizer cinismo –, pois o que a Dilma presidente reeleita faz não é apenas o oposto do que a Dilma candidata afirmava: o que a Dilma presidente faz também é exatamente aquilo que ela acusava seus adversários de querer implantar, uma vez eleitos.
Dilma já tinha usado o “nem que a vaca tussa” durante a campanha: foi em setembro, em uma resposta à candidata Marina Silva, que havia falado, de uma forma um tanto genérica, em “atualização” da engessada legislação trabalhista brasileira. Foi o que bastou para a campanha petista promover uma desconstrução da adversária de Dilma – naquele momento, as pesquisas ainda apontavam um segundo turno entre a presidente e a candidata do PSB – batendo na tecla da defesa dos direitos trabalhistas. Discurso, agora se sabe, muito conveniente para ganhar as eleições, mas que precisou ser abandonado assim que surgiu a oportunidade.
Aliás, no que se refere à economia, um observador muito desavisado poderia até imaginar que foi a oposição que venceu as eleições e nem esperou o 1.º de janeiro para começar a governar o Brasil. “Vocês sempre gostaram de plantar inflação para colher juros”, dizia Dilma ao tucano Aécio Neves, seu adversário no segundo turno. Pois na semana seguinte à reeleição da petista, o Banco Central subiu a taxa Selic de 11% para 11,25% ao ano – aumento que se mostrou insuficiente, pois no início de dezembro os juros subiram mais meio ponto porcentual. Tudo para ajudar a conter a inflação, que insiste em flertar com o estouro do teto da meta, de 6,5%.
Quando Joaquim Levy, egresso do Bradesco, foi anunciado pelo Planalto como novo ministro da Fazenda, muitos se lembraram do anúncio televisivo da campanha dilmista em que um prato de comida sumia da mesa de uma família. Era uma alusão à proposta de um Banco Central independente, feita também por Marina, e que, no discurso petista, virou sinônimo de “entregar a economia do país nas mãos dos banqueiros” – uma indireta que também atingia Aécio Neves, pois o tucano já havia manifestado a intenção de colocar Armínio Fraga na Fazenda caso fosse eleito.
Ficam, então, as perguntas: Dilma não estaria, agora, dando razão aos que ela tanto criticou, ao adotar o programa que acusava seus adversários de querer implantar? E será que a presidente-candidata já sabia, durante a campanha, que teria de tomar “medidas impopulares” (como tinha dito Fraga ainda em abril do ano passado), ou se rendeu aos fatos só agora? De qualquer maneira, certamente não era isso que os eleitores de Dilma esperavam quando depositaram nela o seu voto.
(Extraído de: http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=1523365&tit=De-mentira-em-mentira)